Em 2008 eu tive...
... perdas
...... irreparáveis
... decepções
...... inexplicáveis
... amores
...... intrigantes
...... insatisfeitos
...... intensos
...... importantes
...... intolerantes
...... infinitos
... momentos
...... incertos
...... inconformados
...... introspectivos
...... incompreendidos
...... infelizes
...... inconsoláveis
... idéias
...... inteligentes
...... interessantes
...... insanas
... projetos
...... iniciados
...... interrompidos
...... incompletos
... dívidas e dividendos
...... intermináveis
... conquistas
...... inestimáveis
... amizades
...... incomparáveis
...... inconvenientes
... fé
...... inabalável
... dores
...... insuportáveis
...... insignificantes
... ajudas
...... impagáveis
...... inspiradoras
...... inusitadas
Foram inúmeros momentos
... vividos intensamente
...... com a melhor das intenções
Apesar das insatisfações
... tive a intenção
...... de ter amado incondicionalmente e
......... de ter re-interado meus princípios
Aos que ficaram insatisfeitos comigo, perdão
... aos que me irritaram, perdão
Mas tenham certeza que em 2009
... tudo iniciará novamente
...... pois assim é feita a vida
Espero que vocês
... tenham inspirado a muitos
...... e que intensifiquem ainda mais suas realizações
......... e que Deus seja grato por tudo que fizerem
................. Feliz 2009 ..........................
Adilson Di
Este blog é o espaço onde um visionário compartilha suas elucubrações. Sou formado em marketing, com especialização em coaching, gestão pública e ativo nas causas sociais e ambientais. Acredito que o conhecimento e as ideias podem transformar o mundo, e estou aqui para dividir com você reflexões, experiências e ideais que buscam inspirar mudanças positivas.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Furto
sem queixa nem suspeita
não é crime
Até sou passível de punição
mas o hábeas corpos do meu silêncio
não permite evidências
De minha parte
só olharesDa outra
nem mesmo minha existência
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Ninguém
Apesar de toda fama
Apesar de toda cama
rodo o mundo a procurar
num vazio da festa sem par
a procura de quem possa me acompanhar
Odeio esta rima
mas a companhia do
boteco amigo, e
da cerveja amiga
foram abandonados
pelo amigo bêbado
Estou aqui num lugar
lotado de gente
sem ninguém
Ninguém que me note, ou
que simplesmente me anote
ou que saiba de mim
Olhares fúteis
olhares vãos
olhando em toda direção
Ninguém sabe quem sou
nem sei quem são
O fone toca
uma luz brilha
a festa vai continuar
se depender da espera
terminar
Mais uma noite
mais uma rima
eu só quero me deitar
Apesar de toda cama
rodo o mundo a procurar
num vazio da festa sem par
a procura de quem possa me acompanhar
Odeio esta rima
mas a companhia do
boteco amigo, e
da cerveja amiga
foram abandonados
pelo amigo bêbado
Estou aqui num lugar
lotado de gente
sem ninguém
Ninguém que me note, ou
que simplesmente me anote
ou que saiba de mim
Olhares fúteis
olhares vãos
olhando em toda direção
Ninguém sabe quem sou
nem sei quem são
O fone toca
uma luz brilha
a festa vai continuar
se depender da espera
terminar
Mais uma noite
mais uma rima
eu só quero me deitar
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Luto! A esperança morreu.
Quando tudo parece que esta perdido, quando não se tem mais rumo a tomar, e é só sentar esperando o fim chegar, eis que o destino muda radicalmente o sentido das coisas, e como num passe de mágica, larga em nossa frente a velha caixa de pandora, que ao longo dos milênios passou pelas mãos dos mais diversos personagens da história, fazendo com que a abramos e percebamos que ali só nos resta a esperança.
Sentado num quarto humilde, sem janelas para a rua, os pensamentos passam rápidos, assim como a vida lá fora. A televisão ligada erradia notícias de enchentes, mortes, crises financeiras internacionais, violência e mais violência, e nosso coração ali, tentando encontrar algumas das virtudes que se escondem em algum lugar. Perdemos entes muito queridos, não temos o emprego de nossos sonhos, nossos amigos se vão, e a “solitude” se torna nossa companhia inseparável.
A modernidade da internet é nosso único laço com o mundo exterior, e ali, escondido atrás da tela, conversamos com alienígenas de outros mundos, como outras formas de pensar das nossas, e mesmo assim, ainda temos conosco a eterna esperança de dias melhores.
Maldito destino, que ao invés de nos deixar quietos, insiste em mudar os rumos de nossas vidas, fazendo-nos acreditar que tudo pode ser diferente. Larga em nossa frente, aquela tal caixinha, que circula de mãos em mãos desde o início dos tempos, e nos conta que dentro dela esta tudo que sempre sonhamos, como o amor, a alegria, dias melhores e todas as outras coisas.
A forma desta caixinha é esquisita, pois ela tem a forma humana, ela tem aparência de uma mulher alta, esguia, de pele alva, olhos azuis da cor do céu, um perfume e sabor doce, inteligente, sensível, charmosa, e uma libido inigualável. A caixa chega sorrateiramente, e aos poucos vai tomando conta do nosso ser, com palavras suaves vai nos conquistando, e quando percebemos estamos totalmente envolto por seus braços.
Mas a caixa vai penetrando cada vez mais em seus sentimentos, vai procurando preencher todas as lacunas existentes, não deixa que nada passe desapercebido, todo espaço que estava vazio de amor, afeição, carinho, alegria, e também de esperança, vai sendo tomado, e quando percebemos estamos lotados de tudo que sempre sonhamos. Depois de preencher internamente, a caixa vem querendo preencher o nosso exterior, as coisas que nos circundam, e muito astutamente, lhe apresenta outro mundo, um mundo de sonhos, com viagens, castelos, esculturas, e outras belezas, no qual você também tem muita afeição, mas que não é sua prioridade. Para finalizar a conquista a Caixa começa a tomar conta do seu circulo de amizades, do seu trabalho, da sua rotina, da sua forma de pensar e agir e até de sua família. Pronto! Você está totalmente envolto em seus diversos braços, que como raízes penetraram em você fixando-se de maneira praticamente é impossível de se desvencilhar.
Quando chega este ponto, é hora e abrir-mos a Caixa e ver qual é a cara da Esperança, aquela que sempre é dita, como a última que morre, e a Caixa, vaidosa como somente ela poderia ser, se abre para você, e aos poucos vai se mostrando internamente, e de súbito sai um mal cheiro, que aos poucos vai impreguinando o ambiente, você logo já começa a imaginar o que de pior está por vir, e como é de se esperar, começa a passar na frente de seus olhos, uma vida inteira de decepções, angústias, medos, tristezas, e a certeza de que o pior ainda está por vir. Aquela Caixa de forma angelical, começa a sofrer uma mutação transgênica, que vai tomando a forma semelhante a Medusa da Mitologia Grega, no qual seus cabelos se transformam em cobras, sua língua uma espada, seus olhos lançam fogo e assim por diante, e ai começam a sair outros monstros de lá, como o preconceito, o desdém, a arrogância, a prepotência, entre outros, mas o mais fulminante de todos, que neste momento irei chamar de transmutacionalidade (ato de transferir aos outros nossas responsabilidades, e colocar na boca dos outros, palavras que não foram ditas, nem pensadas).
Após a saída de todas as coisas ruins, estamos ansiosos de que a esperança surja esplendida de dentro da caixa, porem ela não sai, e curiosos entramos de vez dentro da caixa, tentando encontrar, e quando chegamos ao fundo, vemos um monte de pele, ossos e cabelos amontoadas, com uma foto ao lado, no qual percebemos que a Caixa alem de ter matado a esperança, também roubou suas feições e sua virtude, deixando o mundo sem a tão sonhada esperança.
Ficamos no mundo a vagar, sem expectativa de algo encontrar. Rostos, corpos e mentes se sucedem, e nossas feições tornam-se novamente amargas, e a Caixa nos deixa suas raízes profundas, e sai em busca de novos seres humanos para destruir seus sonhos e expectativas.
Resultado de nosso encontro, nada! Não sobrou nada em que acreditar, somente a certeza de que os dias rumam para seu fim.
Sentado num quarto humilde, sem janelas para a rua, os pensamentos passam rápidos, assim como a vida lá fora. A televisão ligada erradia notícias de enchentes, mortes, crises financeiras internacionais, violência e mais violência, e nosso coração ali, tentando encontrar algumas das virtudes que se escondem em algum lugar. Perdemos entes muito queridos, não temos o emprego de nossos sonhos, nossos amigos se vão, e a “solitude” se torna nossa companhia inseparável.
A modernidade da internet é nosso único laço com o mundo exterior, e ali, escondido atrás da tela, conversamos com alienígenas de outros mundos, como outras formas de pensar das nossas, e mesmo assim, ainda temos conosco a eterna esperança de dias melhores.
Maldito destino, que ao invés de nos deixar quietos, insiste em mudar os rumos de nossas vidas, fazendo-nos acreditar que tudo pode ser diferente. Larga em nossa frente, aquela tal caixinha, que circula de mãos em mãos desde o início dos tempos, e nos conta que dentro dela esta tudo que sempre sonhamos, como o amor, a alegria, dias melhores e todas as outras coisas.
A forma desta caixinha é esquisita, pois ela tem a forma humana, ela tem aparência de uma mulher alta, esguia, de pele alva, olhos azuis da cor do céu, um perfume e sabor doce, inteligente, sensível, charmosa, e uma libido inigualável. A caixa chega sorrateiramente, e aos poucos vai tomando conta do nosso ser, com palavras suaves vai nos conquistando, e quando percebemos estamos totalmente envolto por seus braços.
Mas a caixa vai penetrando cada vez mais em seus sentimentos, vai procurando preencher todas as lacunas existentes, não deixa que nada passe desapercebido, todo espaço que estava vazio de amor, afeição, carinho, alegria, e também de esperança, vai sendo tomado, e quando percebemos estamos lotados de tudo que sempre sonhamos. Depois de preencher internamente, a caixa vem querendo preencher o nosso exterior, as coisas que nos circundam, e muito astutamente, lhe apresenta outro mundo, um mundo de sonhos, com viagens, castelos, esculturas, e outras belezas, no qual você também tem muita afeição, mas que não é sua prioridade. Para finalizar a conquista a Caixa começa a tomar conta do seu circulo de amizades, do seu trabalho, da sua rotina, da sua forma de pensar e agir e até de sua família. Pronto! Você está totalmente envolto em seus diversos braços, que como raízes penetraram em você fixando-se de maneira praticamente é impossível de se desvencilhar.
Quando chega este ponto, é hora e abrir-mos a Caixa e ver qual é a cara da Esperança, aquela que sempre é dita, como a última que morre, e a Caixa, vaidosa como somente ela poderia ser, se abre para você, e aos poucos vai se mostrando internamente, e de súbito sai um mal cheiro, que aos poucos vai impreguinando o ambiente, você logo já começa a imaginar o que de pior está por vir, e como é de se esperar, começa a passar na frente de seus olhos, uma vida inteira de decepções, angústias, medos, tristezas, e a certeza de que o pior ainda está por vir. Aquela Caixa de forma angelical, começa a sofrer uma mutação transgênica, que vai tomando a forma semelhante a Medusa da Mitologia Grega, no qual seus cabelos se transformam em cobras, sua língua uma espada, seus olhos lançam fogo e assim por diante, e ai começam a sair outros monstros de lá, como o preconceito, o desdém, a arrogância, a prepotência, entre outros, mas o mais fulminante de todos, que neste momento irei chamar de transmutacionalidade (ato de transferir aos outros nossas responsabilidades, e colocar na boca dos outros, palavras que não foram ditas, nem pensadas).
Após a saída de todas as coisas ruins, estamos ansiosos de que a esperança surja esplendida de dentro da caixa, porem ela não sai, e curiosos entramos de vez dentro da caixa, tentando encontrar, e quando chegamos ao fundo, vemos um monte de pele, ossos e cabelos amontoadas, com uma foto ao lado, no qual percebemos que a Caixa alem de ter matado a esperança, também roubou suas feições e sua virtude, deixando o mundo sem a tão sonhada esperança.
Ficamos no mundo a vagar, sem expectativa de algo encontrar. Rostos, corpos e mentes se sucedem, e nossas feições tornam-se novamente amargas, e a Caixa nos deixa suas raízes profundas, e sai em busca de novos seres humanos para destruir seus sonhos e expectativas.
Resultado de nosso encontro, nada! Não sobrou nada em que acreditar, somente a certeza de que os dias rumam para seu fim.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Princesa e príncipe
Minha mente realmente é surpreendente, pois eu estava aqui compenetrado em questões profissionais, quando me veio um lampejo, sobre o que acontece com as esposas dos príncipes das historinhas da carochinha, como Branca de Neve, Rapunzel, Bela Adormecida, entre outras, depois do casamento.
Será que elas permaneceram dóceis, meigas, bonitas, com pensamentos em campos floridos, lindos cavalos brancos e coisas do gênero, ou chegam botando pra arrasar no castelo, mandando empregados limparem qualquer poeirinha, dizendo pro marido não chegar tarde, falando alto, e “embarangando” com as deliciosas comidas que lhe são servidas constantemente por empregados mal remunerados, quem em geral dão uma sacaneada, cuspindo na comida que fazem para seus chefes.
Vocês podem me responder, pois eu fiquei curioso.
Será que elas permaneceram dóceis, meigas, bonitas, com pensamentos em campos floridos, lindos cavalos brancos e coisas do gênero, ou chegam botando pra arrasar no castelo, mandando empregados limparem qualquer poeirinha, dizendo pro marido não chegar tarde, falando alto, e “embarangando” com as deliciosas comidas que lhe são servidas constantemente por empregados mal remunerados, quem em geral dão uma sacaneada, cuspindo na comida que fazem para seus chefes.
Vocês podem me responder, pois eu fiquei curioso.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
Quântica
Mesmo não querendo saber o tamanho de nossas diferenças
o resultado de nossa equação
esteve mais para física do que para matemática
Nossos positivos
ao invés de somarem
se repeliram
o meu mais
foi diferente do seu mais
e meu menos
mesmo sendo maior que seu mais
foi subtraído do resultado de sua vida
A soma dos quadrados de nossos catetos
não foi a mesma de nossa hipotenusa
e no cálculo de nossos dias
ficou apenas a certeza
de que pólos podem se unir,
mas que as resistências
acabam com a energia
gerada na fusão de nosso olhar
o resultado de nossa equação
esteve mais para física do que para matemática
Nossos positivos
ao invés de somarem
se repeliram
o meu mais
foi diferente do seu mais
e meu menos
mesmo sendo maior que seu mais
foi subtraído do resultado de sua vida
A soma dos quadrados de nossos catetos
não foi a mesma de nossa hipotenusa
e no cálculo de nossos dias
ficou apenas a certeza
de que pólos podem se unir,
mas que as resistências
acabam com a energia
gerada na fusão de nosso olhar
domingo, 26 de outubro de 2008
Barriguinha de fora
Ahhh primavera!!! Esta sim é maravilhosa, pois trás consigo as cores e os perfumes das flores, junto anuncia a vinda do calorzinho do verão.
Os hormônios afloram-se, os sentidos aguçam e por toda natureza é um esbanjamento de libido que extravasa os limites dos corpos. Todos os seres vivos entram em contato, para largar suas sementinhas e proliferar suas espécies, mas tem uma espécie que não consigo entender, são as das barrigudinhas que insistem em usar barriguinha de fora, ou melhor, pança mesmo.
Se estas senhoras, moças, jovenzinhas tivessem a noção de o quanto é feio usarem calças justas e blusinhas curtas, jamais usariam tal vestimenta. Para mim que sou um eterno admirador da beleza feminina, poderia ser poupado de ver tal cena grotesca pelas ruas. Acredito que estas no qual faço referência tenham lá seus encantos e que deveriam ser explorados, mas estas barriguinhas de fora, são como se um comerciante resolve-se colocar seu out-door na calçada, não tendo como não notar.
Ahhh primavera!!! Tu também trazes a beleza daquelas barriguinhas escondidas, como é o meu caso, pois mostrar minha barriguinha de chopp na rua, nem pensar.
Quanto as moças e rapazes que podem, aproveitem e humilhem por favor estas moças sem noção, quem sabe elas não se tocam do ridículo que estão passando.
Bah, que preconceituoso eu!
Os hormônios afloram-se, os sentidos aguçam e por toda natureza é um esbanjamento de libido que extravasa os limites dos corpos. Todos os seres vivos entram em contato, para largar suas sementinhas e proliferar suas espécies, mas tem uma espécie que não consigo entender, são as das barrigudinhas que insistem em usar barriguinha de fora, ou melhor, pança mesmo.
Se estas senhoras, moças, jovenzinhas tivessem a noção de o quanto é feio usarem calças justas e blusinhas curtas, jamais usariam tal vestimenta. Para mim que sou um eterno admirador da beleza feminina, poderia ser poupado de ver tal cena grotesca pelas ruas. Acredito que estas no qual faço referência tenham lá seus encantos e que deveriam ser explorados, mas estas barriguinhas de fora, são como se um comerciante resolve-se colocar seu out-door na calçada, não tendo como não notar.
Ahhh primavera!!! Tu também trazes a beleza daquelas barriguinhas escondidas, como é o meu caso, pois mostrar minha barriguinha de chopp na rua, nem pensar.
Quanto as moças e rapazes que podem, aproveitem e humilhem por favor estas moças sem noção, quem sabe elas não se tocam do ridículo que estão passando.
Bah, que preconceituoso eu!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Projeto Viva o Morro

O Rio Grande do Sul em relação ao turismo, é o mais bem localizado do país, pois fica exatamente no caminho dos viajantes dos países do prata, e possui em sua cultura, uma das mais diferenciadas e interessantes de todas, porém não aproveita seu potencial, e deixa esvair por suas veias asfálticas centenas de milhares de dólares, que escoam para outros estados que divulgam melhor suas belezas e infra-estrutura.
Porto Alegre é a capital do estado do Rio Grande do Sul, e tem um povo acolhedor e muito educado. Já aconteceram aqui eventos de grande vulto, trazendo pessoas de todos os cantos do planeta, porém a população não é acostumada a receber os turistas, nem mesmo a cidade esta preparada para receber estes visitantes. As ferramentas turísticas apresentadas são escaças, limitando-se a praças, prédios públicos e alguns museus, alem do comércio que não ousa. Nossos hotéis tem lotação constante, devido aos eventos que acontecem e também ao polo comercial que é nossa cidade. Ousamos em dizer que a própria população não conhece seus pontos turísticos, e as referencias históricas dos mesmos.
Aos finais de semana, com segurança reduzida e com boa parte do comercio fechado, os visitantes somente tem como opção, caminhar pelas ruas, pegar o ônibus turismo e alguns barcos pelo Rio Guaíba. Mas nosso principal patrimonio, não tem nenhum tipo de divulgação, limitando-se a pequenos shows em churrascarias. Um turista ao procurar um gaúcho caracterizado com roupas típicas sente-se frustrado, por não encontrar em lugar algum tão figura, também quando visita certos pontos turísticos afastados do centro da cidade, não encontra nenhum tipo de infra-estrutura, sem segurança, sem comercio, sem nada. A cultura popular é de pedir esmolas, guardar carros, e cometer crimes.
Nosso estado, rico em cultura, nem mesmo faz divulgação adequada de sua maior festa popular, que é a Semana Farroupilha, enquanto noutros estados, em qualquer canto você encontra grupos folclóricos demonstrando sua cultura, mas principalmente uma população informada sobre o histórico de cada ferramenta da cidade, como crianças se oferecendo para serem guias turísticos mirins, demonstrando conhecimento sobre coisas que aconteceram no local desde o descobrimento do Brasil. Estas localidades também possuem ferramentas modernas como grandes esculturas, teleféricos, bondinhos, parques temáticos, marinas, e uma série de outras atrações, enquanto aqui nada.
O Belvedere Rui Ramos, fica no alto do Morro Santa Tereza, é a mais bela vista da cidade de Porto Alegre, ficando somente a 5 minutos de carro do centro da cidade, porem o descaso de anos, deixou o lugar a mercê de pessoas com pouca cultura, que exploram erroneamente o local, e ainda tem o caso da ploriferação acentuada de casebres nas encostas do morro, sem que nada seja feito, aumentando em demasia a falta de infra-estrutura local, a pobreza e também a criminalidade. Existe algumas referencias na internet que um grupo liderado pela ABRH-RS estava trabalhando no sentido de desenvolver um projeto para o local, mas pelo que parece ficou no esquecimento.
A cidade precisa de investimentos ousados em infra-estrutura, ainda mais agora que pretende ser uma das sedes da copa do mundo de 2014, e de outros grandes eventos que estão sendo captados pelo Convention Boreaux e outras entidades. O Belvedere Rui Ramos, mais conhecido como Mirante do Morro Santa Tereza, não pode ficar fora deste contexto. Neste sentido é necessário agregar toda comunidade local, não somente os moradores de uma vila específica, e sim, toda comunidade da Grande Cruzeiro e de Porto Alegre, para estarem empenhados em desenvolver este local como fator de desenvolvimento da cidade como um todo.
Uma gota caindo n`água parada irradia ondas para todos os lados, assim é uma ação do bem ou do mal, que quando cai num lugar parado, irradia ondas tomando conta de tudo", esperamos que as ondas do bem venham a tomar conta do Morro Santa Tereza e região, pois toda a cidade terá a agradecer no futuro.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
volta por cima
o amor é como areia na ampulheta, escorrer por entre os dedos e só volta se dermos a volta por cima.
sábado, 31 de maio de 2008
Saboreando beijos
Com letras inspiradas em suas curvas
O cardápio traz o rol dos meus desejos
e sob a mesa ornada com a luz de seu olhar
rogo a Aquário que sirva nosso jantar
Como entrada, folhas de beijos frios
Como prato principal, lascas de beijos quentes
Como acompanhamento, taças de sangue latente
Como sobremesa, milhares de beijos doces
e como complemento, copos e copos de beijos molhados
Ainda na madrugada
a lua invade o ambiente
e com seus raios luminosos
desenha sua silhueta na janela
cena deliciosa que requenta meus desejos
e como animal feroz, sacio minha fome
saboreando seus beijos até não poder mais
O cardápio traz o rol dos meus desejos
e sob a mesa ornada com a luz de seu olhar
rogo a Aquário que sirva nosso jantar
Como entrada, folhas de beijos frios
Como prato principal, lascas de beijos quentes
Como acompanhamento, taças de sangue latente
Como sobremesa, milhares de beijos doces
e como complemento, copos e copos de beijos molhados
Ainda na madrugada
a lua invade o ambiente
e com seus raios luminosos
desenha sua silhueta na janela
cena deliciosa que requenta meus desejos
e como animal feroz, sacio minha fome
saboreando seus beijos até não poder mais
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