Este blog é o espaço onde um visionário compartilha suas elucubrações. Sou formado em marketing, com especialização em coaching, gestão pública e ativo nas causas sociais e ambientais. Acredito que o conhecimento e as ideias podem transformar o mundo, e estou aqui para dividir com você reflexões, experiências e ideais que buscam inspirar mudanças positivas.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Para ser chique tem que ter etiqueta.
Algumas pessoas devem ter lido meu texto anterior sobre ser chique, e devem ter indagado, mesmo que inconscientemente, que para ser chique o sujeito "tem que ter etiqueta".
Fiquei pensando sobre esta possibilidade e a repercussão de minhas palavras no âmago das mentes alheias, tipo assim... (rsrs, pareço adolescente), aquela pessoa que fica embretada (presa) numa rotina de trabalho casa, casa trabalho, e que confraternizar com amigos é um evento raro, estes com certeza irão me rotular de festeiro, pois conviver com amigos faz parte de minha rotina diária.
Etiquetas é o que mais tenho, pois sinonimamente falando, isso é o mesmo que rotulo, tarja, marca, ou seja, o ser humano sempre dará uma destas em seus julgamentos pré-conceituosos sobre os demais. Por exemplo, esta de ser festeiro não encontra ressonância, muito menos veracidade, pois meu cotidiano premiou-me com uma infinidade de amigos e conhecidos os quais me honram com convites de eventos, que consequentemente ficam registrados neste mundo moderno de câmeras digitais, por isso conferindo muitas imagens nas redes sociais, "parecendo" que passo o tempo todo em festas, mas o que acontece é que quase não tiro fotos de outras coisas, tais como de pratos, lugares, decorações, roupas, carros e outras futilidades, pois o que gosto é da energia das pessoas e não de coisas inanimadas e passageiras.
Outros me rotulam de ciumento, e ate hoje não sei por que, já que os mesmos, em geral, vivem na minha sombra, seguindo meu rastro e usufruindo de um legado de trabalho, amigos, família, e principalmente do meu rol de relacionamentos, ora bolas, e eu sou ciumento? Outros me rotulam de outras coisas que nem serão mensuradas, mas uma coisa é certa, por mais injurioso que seja o rotulo, o que mais gosto mesmo é de deixar a minha MARCA, pois por onde passo deixo coisas boas, que mesmo silenciosas ecoam pelas vidas dos demais, ou seja, meu legado esta por ai, e vou cumprindo meus desígnios com perseverança, atitude e fé.
Faça você também a diferença na vida das pessoas, desafiando-se sempre, e não acomodando-se em estereótipos sociais, colocando em si mesmo o rotulo de que é alguém melhor que os outros, pois este pensamento mesquinho somente lhe trará a ojeriza e a cólera de seus semelhantes, que por sinal são exatamente iguais a você, independente de cor, credo, sexo e gênero.
A frase de São Luis Orione, "faça o bem, não importando a quem" deve ser uma rotina na vida de todos, mesmo que os beneficiários de suas ações jamais deem a importância devida a seus atos, desdenhando, reclamando e esquecendo que foi você que foi lá e fez, pois como diz o Dalai Lama, "Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro..."
Para você que me rotulou agora, saiba que tenho etiquetas desde que nasci, e que são tantas, e que outras virão e passarão, mas que ficarão somente às que realmente me marcaram positivamente, e tenho certeza que a lembrança destas estarão cunhadas no forjar de nossos dias, portanto eu tenho muitas etiquetas, então sou muito chique.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Será que sou chique?
Estou sempre sendo convidado para eventos maravilhosos e gastando uma ninharia para isso. Vou a restaurantes lindos, lugares mais ainda. Tenho em meu rol de amigos figuras ilustres tais como cientistas, filósofos, médicos, economistas e artistas, alias, cada um de nós tem um Q de cada uma destas profissões, pois de medico e louco cada um tem um pouco.
Como sushi rotineiramente, tomo ótimos vinhos, e me delicio com maltes nobres seguidamente, e até caviar comi varias vezes.
Numa analise fria constato mais uma vez que viver a vida sem preconceitos, manias, fobias, predileções, amando a tudo naturalmente é a coisa mais normal do mundo, e que as forcas do universo conspiram a favor dos loucos e desapegados, mas que também dão um título a doença da apegação e possessividade, que é ser chique.
Felizes os que acham feijão e arroz um manjar de deuses, felizes os que usam roupas básicas sem preocupar-se com marcas, modas e combinações, felizes os que não estão nem ai para expressões sociais para defini-los.
Eu sou o que sou e não to nem ai se tu gosta ou não, mas saiba que mesmo você sendo o maior idiota do mundo, ainda gosto de você.
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