Este blog é o espaço onde um visionário compartilha suas elucubrações. Sou formado em marketing, com especialização em coaching, gestão pública e ativo nas causas sociais e ambientais. Acredito que o conhecimento e as ideias podem transformar o mundo, e estou aqui para dividir com você reflexões, experiências e ideais que buscam inspirar mudanças positivas.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
ir lá e fazer
bom mesmo, não é ser melhor que ninguém, muito menos estar entre os primeiros, mas sim ir lá e conseguir realizar o que os outros deixaram de fazer
terça-feira, 20 de maio de 2014
Noite Insone
Quando a noite chega
surgem sonos, sonhos,
lembranças, medos e
incertezas sobre o amanhã.
Temos porém, o breu, o eu,
frestas iluminadas e o tempo
que não para de tic-taquear
sexta-feira, 2 de maio de 2014
#EuNãoMereçoSerViolentado
Estou me sentindo personagem do filme Robocop2 onde toda sociedade de Detroit fica viciada numa droga sintética chamada "Nuke" (quiçá Crack?) e a tal OCP organização que faz exploração imobiliária e outros tantos negócios a favor do "sistema", torna-se a única corporação existente e acaba virando dona da própria polícia que está obsoleta, ineficiente, ineficaz, corrupta e desnecessária, ou seja, estamos entregues a corporação FIFA e nossas ruas estão tomadas por zumbis, bandidos, gangues enquanto o próprio Palácio da Polícia do Rio Grande do Sul é arrombado por delinquentes que ninguém sabe quem são. Para piorar nosso país é escandalosamente roubado e todas as benesses são dadas aos criminosos que nos esfolam vivos enquanto quem cai em cana é quem comete pequenos crimes e ainda são depositados temporariamente na grande escola do inferno que são os presídios... sou contra a pena capital para casos primários, pois o sujeito pode arrepender-se ou ser preso e condenado injustamente como tem acontecido, mas para isso precisaria passar por um processo PRODUTIVO de ressocialização, educação e trabalho para poder pagar o que consome na cadeia e o que o estado doa como auxilio reclusão e outras bolsas à sua família. Mas se o sujeito tiver pago pelo seu crime com a reclusão assim como ter ressarcido civilmente/financeiramente as pessoas que ele prejudicou, e mesmo assim vier a reincidir no mesmo crime (assassinato, estupro...), não merece mais condescendência do povo/estado pois #EuNãoMereçoSerViolentado
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
eu como tu, não como eu
Se eu já me engasgo sendo um louco "como você", imagina se de fato eu fosse um louco "como eu", como dizes. Minha auto-antropofagia me enojaria.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Rolezinhos em Porto Alegre nos anos 70
Fizemos muito "rolezinho" quando meninos. Matávamos a aula e íamos passear no Centro Comercial (agora chamado shopping), ficávamos por lá para matar tempo e as vezes fazíamos correrias pelos corredores. Eramos brancos, pretos, índios, pobres, muito pobres, e queríamos estar ali por ter ar-condicionado e alimentar nossos sonhos de consumo, tais como admirar aquele tênis de marca na vitrine enquanto usávamos conga e kichute; aquela roupa de grife enquanto usávamos o uniforme que eram abrigos e camisetas surrados; aqueles brinquedos que nossos pais jamais poderiam nos dar. Fomos corridos pelos seguranças várias vezes mas sempre voltávamos, estávamos ali vivenciando os primeiros templos coletivos de consumo para nos sentir bem, sonhar e confraternizar entre boas risadas. Eram outros tempos, onde não existiam redes sociais e tanta gente neste mundo. As comunidades eram pequenas e a maior parte da cidade era tomada pela classe média, ao contrario de hoje onde existem inúmeros muito ricos e milhares de muito pobres, ou seja, a sociedade de hoje é o resultado da má gestão humana de nossos governantes, que preocupam-se mais com dinheiro para sí e para os seus do que para o social. A humanidade se procria exponencialmente, inversamente proporcional ao que se planta, ao que se constrói de casas, hospitais, escolas, praças e parques, inversamente as oportunidades de trabalho e condições de dignidade. A infestação humana chega a números tão alarmantes, que o consumo de produtos de origem animal, vegetal e mineral, produzem devastação e milhões de toneladas de lixo, ainda nossos governos incentivam a natalidade pois precisa que nasçam jovens e que esses tornem-se produtivos para suprir a previdência dos mais velhos, enfim, são outros tempos em que massas gigantes de jovens que fazem seus rolezinhos nos shoppings são o resultado da total falta de controle humano provocada pela indiferença social e pela incansável propaganda capitalista que provoca o desejo do consumo em todas as classes sociais.
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