Este blog é o espaço onde um visionário compartilha suas elucubrações. Sou formado em marketing, com especialização em coaching, gestão pública e ativo nas causas sociais e ambientais. Acredito que o conhecimento e as ideias podem transformar o mundo, e estou aqui para dividir com você reflexões, experiências e ideais que buscam inspirar mudanças positivas.
domingo, 12 de junho de 2011
dia dos namorados
Acredito que as coisas mais belas e sublimes são feitas no silêncio de um olhar. E como Sum Tzu diz, "se assustarmos os pássaros que estão entre o nosso campo e o do inimigo, afugentaremos tambem o outro exército que é o objetivo de nossa empreitada''
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Fevereiro em Casa
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Confissão aos Navegantes
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| foto tremida que tirei junto a imagem de N.S.Navegantes |
Hoje tinha duas consultas médicas, uma com o reumatologista, para ver o motivo de certas dores que tenho sentido (vocês vão dizer que é velhice, e eu vou confirmo, hehe) e a outra para um exame mais aprofundando e uma possível extração de carnes esponjosas. Pois é, o dia não estava nada agradável, pois sofrer de mais de uma moléstia, não é nada fácil, ainda mais com o calor que esta fazendo hoje em Porto Alegre.
Almocei e no caminho para a primeira consulta, passei na frente da Igreja do Rosário, e avistei que a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes encontrava-se ali. Tomado de emoção, pela lembrança da devoção de minha mãe, avó e outras tantas pessoas, entrei e fui orar um pouco.
Fui a consulta e encontrei uma médica gentil e qualificada o qual solicitou uma bateria de exames e solicitou meu retorno posterior. No retorno ao escritório resolvi voltar a Igreja, pois algo me chamava para aquele lugar. Desta vez ao entrar sentei-me confortavelmente perto da imagem onde fiz uma alto regressão em todas gerações que se sucederam antes de mim, e que adoraram aquela imagem estática. Na viagem de minha mente vieram todas as bençãos e milagres que aconteceram com todos, principalmente os de minha mãe. Fui tomado de emoção e numa linguagem diferente, minha mente conversou com as forças extra corpóreas do meu ser. Após meu encontro com o passado ia me retirando da igreja, quando avistei um padre de branco, conversando com uma moça emocionada, e vi que ao redor daquela porta encontravam-se outras pessoas no aguardo. Sai da igreja em direção ao trabalho, quando meu ser resolveu voltar e perguntar se estavam aguardando para se confessarem. Com a confirmação, resolvi ficar e cumprir com o rito dogmático da confissão.
Esperei por algum tempo sem saber o que eu ia fazer, nem o que eu estava fazendo ali, pois mesmo sendo católico, nunca cumpri este rito como ele deve ser. Lembro que na primeira comunhão, crisma e unção dos enfermos, sim, unção dada a quem tá com o pé na cova, o qual recebi na época do meu acidente de moto, onde fizemos uma confissão silenciosa e coletiva.
Desta vez era diferente, pois estava aquele cara de roupão branco conversando com pessoas estranhas e sabendo de seus segredos mais íntimos. Ao final de cada visita, o sujeito postava sua mão sob as cabeças de seus visitantes, e as pessoas transfiguravam de suas faces tristes em fisionomias suaves e alegres. Chegou a minha vez, entrei trêmulo sem nem mesmo saber o que falar, a pessoa que me recebeu foi cortês e pediu que eu entrasse e me sentisse a vontade. Nossa, que sufoco, pois eu tava ali na frente do Padre enfrentando toda uma sociedade moderna que condena esta prática. Comecei a falar da minha longa ausência frente aos guias espirituais de minha religião, e que ao longo de minha vida fiz muitas coisas boas e ruins. Achei que teria de dizer que matei passarinho, que atirei pedra no gato, que odiei a pessoa que me machucou, emfim, o pavor do enfrentamento era extremo. Quando vi já havia feito um resumo de minha vida em pouquíssimas palavras, e a pessoa na minha frente, sorriu e perguntou meu estado civil, se tinha filhos, ou se tinha ao menos um relacionamento fixo. Contei minha realidade e a pessoa com muita tranquilidade me aconselhou como um pai aconselha um filho. Nossa! Um analista gratuito e muito sapiente, sem as paranoias convencionais dos profissionais da saúde mental. O cara me ouviu, me aconselhou e ao final, com o poder transferido por seus antepassados cristãos, abençoou-me e perdoou-me de meus pecados mundanos. Nossa, senti minha face transfigurar-se como das pessoas que me antecederam naquele lugar. Eu sai extasiado de alegria e precisava agradecer de alguma forma a sensação maravilhosa de leveza que eu estava sentindo, por ter estado naquele lugar, com aquela imagem, aquelas pessoas. Comprei uma vela e ofereci em meu nome e de meus irmãos, e de todos nossos antepassados.
Aconselho todos a abdicarem de seus falsos pudores, preconceitos, e falsas morais, e visitarem o santuário com a imagem. Ao chegarem lá, abram seus corações para o perdão aos erros alheios cometidos contra você, e também aos seus próprios erros, e peça iluminação aos seus caminhos, pois com certeza serão perdoados e terão muitas bençãos em sua vida.
Obrigado Nossa Senhora dos Navegantes, quarta-feira farei o possível para estar presente ao périplo de seus devotos ao longo dos anos.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Não sou poeta, não sou escritor
Amigos, não sou nem um poeta, não sou nenhum escritor, pois nem conheço as métricas, as álgebras, as composições de cada frase. Eu apenas paro um pouco minha rotina, para transcrever o que os anjos sopram nos meus ouvidos. As vezes nem mesmo motivação eu tenho, somente uma súbita vontade de escrever sobre coisas e coisas.
Como eterno aprendiz, adoro ser corrigido, adoro ser provocado, e como os anjos sabem disso, eles me encontram no meu cantinho silencioso do pensar, e indagam sobre minha vida, sobre a vida de pessoas próximas, sobre o trabalho ou simplesmente daquela pessoa que passou por instantes. Se fui provocado sem saber porque, como iria deixar de registrar o que to pensando, o que estou querendo, como agora neste exato momento em que coloco estas palavras na tela do computador.
Peço desculpas pelas frases sem sentido, sem rimas, ou com muitas rimas, pela gramática, pela ortografia, pois o que está escrito não é para ser bonito, é para ser lido, e se não for entendido, estou aqui para tentar explicar.
Como eterno aprendiz, adoro ser corrigido, adoro ser provocado, e como os anjos sabem disso, eles me encontram no meu cantinho silencioso do pensar, e indagam sobre minha vida, sobre a vida de pessoas próximas, sobre o trabalho ou simplesmente daquela pessoa que passou por instantes. Se fui provocado sem saber porque, como iria deixar de registrar o que to pensando, o que estou querendo, como agora neste exato momento em que coloco estas palavras na tela do computador.
Peço desculpas pelas frases sem sentido, sem rimas, ou com muitas rimas, pela gramática, pela ortografia, pois o que está escrito não é para ser bonito, é para ser lido, e se não for entendido, estou aqui para tentar explicar.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
O Paradoxo do Nosso Tempo - autor George Carlin
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| George Carlin |
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
George Carlin
sábado, 22 de janeiro de 2011
Casamento entre Mitologia e Biblia
Pandora foi a primeira mulher na terra segundo a mitologia grega, e por este motivo se achava a bam bam bam, e devia ser, era a única mesmo. Ela era filha de deuses poderosos e recebia inumeros presentes deles, porem como eram tantos, seus pais intocáveis guardavam tudo numa caixinha como enxoval, e avisaram que ela só poderia abrir a caixa quando ela casa-se com um HUMANO, onde ela encontraria toda felicidade do mundo.
Pandora conhecia diversos deusinhos do orimpo, inclusive casou-se com um perfeito deus grego, porem sua felicidade foi efêmera, pois tentaram ter filhos, e quando os mesmos nasceram foram tirados pelos deuses superiores. Adão (primeiro homem na terra segundo a Bíblia) era o único humano que existia e estava lá noutro canto da terra, em seu paraíso, vivendo sua vidinha entre seus bichinhos, plantinhas e amigos, quando a tal Pandora ganhou um presente que podia comunicar-se a distância com qualquer pessoa no planeta, e na sua procura acabou encontrando o pobre Adão. Depois de algumas conversas, Padora apaixonou-se pelo Adão, que era LLS - Livre, Leve e Solto, também SPO - Simples, prático e objetivo, e literalmente um pelado.
O cara não sabia e nem queria saber dos presentes que a Pandora tinha recebido de seus antepassados intocáveis. A afoita da Pandora queria porque queria abrir a caixa, e quando conheceu e apaixonou-se pelo Adão, achou a grande oportunidade de tirar todos presentes da caixa e compartilhar com Adão.
Adão só queria saber de cumprir sua missão de perpetuar a espécie, e ele não tava nem ai pra caixa, pois ele conheceu ela por ligações divinas, e não pelos presentes que ela tinha recebido, e ela não entendia isso, e insistia querer compartilhar os bens e poderes da caixa.
Mesmo avisada que não poderia abrir a caixa antes do casamento, ela teimosamente abriu e saiu tudo que tava guardado ali, como íra, intriga, maldade, ciúmes, arrogância, luxúria, prepotência, injúria, difamação, calúnia, etc. e tudo foi jogado injustamente sob Adão.
A única coisa que ficou na caixa foi o que realmente importava para Adão, que era a esperança dela tornar-se humana de verdade.
Versão: By, Adilson Di
Pandora conhecia diversos deusinhos do orimpo, inclusive casou-se com um perfeito deus grego, porem sua felicidade foi efêmera, pois tentaram ter filhos, e quando os mesmos nasceram foram tirados pelos deuses superiores. Adão (primeiro homem na terra segundo a Bíblia) era o único humano que existia e estava lá noutro canto da terra, em seu paraíso, vivendo sua vidinha entre seus bichinhos, plantinhas e amigos, quando a tal Pandora ganhou um presente que podia comunicar-se a distância com qualquer pessoa no planeta, e na sua procura acabou encontrando o pobre Adão. Depois de algumas conversas, Padora apaixonou-se pelo Adão, que era LLS - Livre, Leve e Solto, também SPO - Simples, prático e objetivo, e literalmente um pelado.
O cara não sabia e nem queria saber dos presentes que a Pandora tinha recebido de seus antepassados intocáveis. A afoita da Pandora queria porque queria abrir a caixa, e quando conheceu e apaixonou-se pelo Adão, achou a grande oportunidade de tirar todos presentes da caixa e compartilhar com Adão.
Adão só queria saber de cumprir sua missão de perpetuar a espécie, e ele não tava nem ai pra caixa, pois ele conheceu ela por ligações divinas, e não pelos presentes que ela tinha recebido, e ela não entendia isso, e insistia querer compartilhar os bens e poderes da caixa.
Mesmo avisada que não poderia abrir a caixa antes do casamento, ela teimosamente abriu e saiu tudo que tava guardado ali, como íra, intriga, maldade, ciúmes, arrogância, luxúria, prepotência, injúria, difamação, calúnia, etc. e tudo foi jogado injustamente sob Adão.
A única coisa que ficou na caixa foi o que realmente importava para Adão, que era a esperança dela tornar-se humana de verdade.
Versão: By, Adilson Di
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
desrespeito no trânsito
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| foto que tirei na Alberto Bins quase Pinto Bandeira |
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